Estética

Transplante capilar

O transplante capilar FUE (Folicular Unit Extraction) é a solução mais inovadora e eficaz para tratar definitivamente a calvície. Através desta técnica, as unidades foliculares são extraídas uma a uma, da zona doadora, e colocadas, também uma a uma, na zona calva.

Os cabelos doados são do próprio paciente, pelo que não há risco de rejeição. A zona doadora é uma zona sã e livre dos efeitos da calvície e, por isso, os folículos transferidos permanecerão por toda a vida. Embora as sessões sejam longas, o método é simples e pouco invasivo. O procedimento é realizado em ambulatório, sob anestesia local. O pós-operatório é indolor e o paciente pode retomar as suas atividades habituais.

Além disso, a zona doadora fica livre de suturas e cicatrizes inestéticas. As pequenas cicatrizes que permanecerão nesta zona são tão mínimas (pontos esbranquiçados que medem menos de um milímetro) que curam rapidamente, tornando-se impercetíveis com o crescimento do cabelo. O cabelo transplantado, normalmente, começa a crescer entre o terceiro e o quarto mês após a cirurgia, e os resultados finais podem ser observados entre o oitavo e o décimo segundo mês.

Através desta técnica, também é possível reconstruir sobrancelhas, barba e outras zonas corporais que apresentem deficiência de pêlos.

Tempo de intervenção: até três sessões, de 3 a 4 horas, com intervalo de dois a três meses;

Internamento: não é necessário;

Anestesia: local e sedação;

Riscos: quando o couro cabeludo não está em boas condições, pode comprometer a pega do implante;

Recuperação: cerca de uma semana. Em casos de zonas sem cabelo, vê-se um picotado e, só ao fim de dois meses, o cabelo tem cerca de meio centímetro;

Resultado: duradouro, mas não definitivo quando o cabelo cai por causas hormonais ou genéticas. Este tratamento adia a queda de cabelo e, consequentemente, a calvície. Pode proceder-se a novos implantes.

Pálpebras (Blefaroplastia)

Procedimento cirúrgico que, através da remoção das bolsas adiposas (papos nos olhos) e do excesso de pele (flacidez na pálpebra superior), permite corrigir o olhar cansado e envelhecido e, simultaneamente, rejuvenescer de forma natural o olhar e o rosto.

Além das cicatrizes serem completamente impercetíveis ao fim de seis meses, este procedimento cirúrgico permite “iluminar” um olhar expressivo perdido com o passar dos anos.

Duração: cerca de 90 minutos;

Anestesia: local;

Internamento: não há;

Efeitos secundários: inchaço e edema que, normalmente, começam a desaparecer ao fim do terceiro dia. Estes podem ser disfarçados usando óculos escuros durante este período;

Riscos: é importante evitar grandes esforços visuais nas duas semanas a seguir à cirurgia, bem como a exposição solar direta.

Nariz (Rinoplastia)

Quando se olha para a face globalmente, o nariz tem repercussões excecionais. Por exemplo, no caso de uma mulher, basta levantar um milímetro a ponta do nariz para o rosto rejuvenescer no seu todo. Assim, em qualquer rosto, o nariz tem um papel fundamental na definição do equilíbrio facial e mesmo na definição da beleza do rosto. Um nariz torto, grande ou inestético leva, normalmente, a pessoa a procurar corrigir essa “deformidade” e, assim, conseguir um rosto mais harmonioso e belo.

A rinoplastia é uma cirurgia que se propõe corrigir as deformidades do nariz e implica uma grande perícia por parte do cirurgião plástico, não só por estar em causa um órgão funcional, que intervém na respiração, no sentido do olfacto e na ressonância da voz, como pelo fato de se pretender harmonizar o rosto em termos estéticos.

Para trabalho mais criterioso, é necessário que o cirurgião efetue um estudo exaustivo daquilo que se passa no interior do nariz e da boca da pessoa. Posteriormente e com a ajuda dos exames adequados (raio-x do nariz e face à escala real), é realizado um estudo cefalométrico, que permitirá dar ao paciente uma noção daquilo que será o seu nariz após esta intervenção. Será também feito um estudo facial fotométrico, de modo a estabelecer o seu enquadramento na face.

A rinoplastia pode ser realizada em regime ambulatório, sob anestesia loco-regional, ou sob anestesia geral se se tratar de uma situação mais complexa.

A rinoplastia modela o nariz, aumentando ou diminuindo o seu tamanho, sempre com a preocupação de o adequar ao rosto do paciente. É uma cirurgia que não provoca dores, cujo resultado pode aumentar significativamente a autoconfiança da/o paciente e, por conseguinte, a sua qualidade de vida.

Duração: o procedimento dura cerca de uma a duas horas, de acordo com a complexidade do nariz;

Anestesia: geral ou loco regional, de acordo com a morfologia do nariz e a vontade do paciente;

Internamento: um dia, se a cirurgia for efetuada com anestesia geral.

Orelhas (Otoplastia)

A otoplastia visa a correção das chamadas “orelhas descoladas” ou “orelhas de abano”, que configuram uma anomalia congénita, capaz de afetar de forma irreversível e permanente a auto-estima de crianças e adultos. Trata-se de uma cirurgia simples, com uma recuperação tranquila, e que consiste na modelação da cartilagem, de forma a obter-se o relevo, morfologia e escultura adequados. Nesta modelação, a cicatriz situa-se por trás da orelha e não deixa qualquer marca visível.

Tratando-se de uma situação que pode afetar a vida social e o desenvolvimento harmonioso da criança e, uma vez que o diagnóstico pode ser feito precocemente, o recurso a esta cirurgia deve ser feito o mais cedo possível (a partir dos 4 a 6 anos), altura em que os tecidos já têm uma certa resistência e o órgão atingiu a sua formação anatómica.

Duração: cerca de 80 minutos;

Anestesia: local, salvo se se tratar de uma criança muito pequena e irrequieta. Neste caso, é feita uma sedação;

Internamento: não;

Efeitos secundários: durante duas semanas, é natural que haja alguma pressão e desconforto local e, inclusivamente, uma insensibilidade, que vai desaparecendo com o passar do tempo;

Riscos: inerentes a qualquer intervenção cirúrgica do mesmo tipo.

Queixo (Mentoplastia)

Mentoplastia é a cirurgia que permite corrigir queixos (ou mentos) muito proeminentes ou recuados. Muitas vezes, este procedimento é associado à rinoplastia e lipoaspiração do queixo.

Quando se procede a uma cirurgia de aumento do mento, coloca-se uma prótese mentoniana, de forma a dar o relevo pretendido. Para casos mais moderados, poderá aplicar-se gordura (tecido adiposo tratado) do próprio paciente e, assim, conseguir-se a harmonia desejada.

Na mentoplastia redutora, a harmonia consegue-se, através da redução do excesso ósseo que provoca a deformidade.

Duração: é uma intervenção relativamente rápida, pois não dura mais que 30 a 45 minutos;

Anestesia: na maioria dos casos, é feita com anestesia local ou geral, podendo ser também administrada uma sedação, se necessário, e se associada com outras cirurgias;

Internamento: não é necessário, na maioria dos casos;

Efeitos secundários: pode haver algum edema e inchaço local, associado a algum desconforto na zona, que desaparecem ao fim de alguns dias;

Riscos: os inerentes a qualquer intervenção.

Duplo Queixo (Papada)

Lipoescultura de duplo queixo é uma intervenção cirúrgica que visa esculpir o tecido adiposo acumulado na região do pescoço, com o intuito de definir as linhas do rosto e acabar com a tradicional papada. O procedimento é concretizado com sistema de cânulas de vários modelos e tipos funcionais (ultrasónica, laser, vibratória, etc.).

Duração: cerca de 30 minutos;

Anestesia: local;

Internamento: não há;

Efeitos secundários: durante duas semanas, é natural que haja alguma pressão e desconforto local;

Riscos: inerentes a qualquer intervenção cirúrgica do mesmo tipo.

Rejuvenescimento

Facelift

Os primeiros sinais de envelhecimento facial surgem cerca dos 30 anos com a alteração da espessura da pele ou da sua elasticidade, sendo o sinal mais evidente o aumento da prega das pálpebras superiores.

Com o passar do tempo, mais concretamente pelos 40 anos, surgem as rugas frontais e naso-labiais e a queda do sobrolho e parte externa das pálpebras. Sendo o envelhecimento facial um processo gradual, é possível em cada idade ir atenuando os sinais do tempo com tratamentos localizados específicos, tais como o preenchimento com a própria gordura (lipoplastia estruturante) e a aplicação de produtos específicos que se destinam a corrigir e melhorar as pregas/rugas que vão surgindo. Estes tratamentos são também complementares, ou seja, devem ser efectuados como medida de prevenção ou podem ser indicados pelo cirurgião, aquando da realização do lift cervico-facial.
Aos 50, verifica-se o aprofundamento das rugas dos 40, evidenciando-se quer na horizontal quer verticalmente, em especial na parte central da face (lábios, fronte, etc.). É notória também uma alteração da morfologia da face, em virtude de acumulações adiposas quer no pescoço, quer lateralmente na face, dando o aspeto de deformidades e maior envelhecimento.

Pelos 60 anos, esse aspeto torna-se ainda mais notório pela associação da flacidez cutânea.

O facelift melhora efetivamente a qualidade de vida da pessoa em termos sociais, afetivos e profissionais, sobretudo por contribuir para um aumento considerável da auto-estimaÉ um tratamento de auto-valorização pessoal que, quando adequadamente praticado, se traduz numa nova alegria de viver.

Descrição: a ritidectomia ou lift cervico-facial está indicada quando se pretende melhorar a aparência da face e pescoço e rejuvenescer, minimizando os efeitos da ação do tempo. Pretende-se, em simultâneo, dar um ar, o mais natural possível, de forma que as pessoas notem que o paciente está mais rejuvenescido, mas sem perceberem que a pessoa se submeteu a uma cirurgia plástica. Em resumo, o “lift” da face tem por objetivo o rejuvenescimento natural e harmonioso da face, estando, nesse sentido, muitas vezes associado a outras medidas cirúrgicas, como a escultura do pescoço e da face, a correção da ponta nasal, os lábios, o aumento das saliências malares ou a correção das rugas palpebrais, correcção do mento, etc.;

Técnica: existe um número considerável de técnicas à disposição do cirurgião plástico e vai depender daquilo que o paciente pretender, bem como dos sinais de envelhecimento. Daí ser fundamental o bom entendimento entre o cirurgião e o paciente;

Anestesia: para que os objetivos sejam alcançados, é imprescindível que o cirurgião plástico faça uma avaliação física, morfológica, psicológica e orgânica do paciente, após a qual serão requisitados exames pré-operatórios, para definir se a mesma se efectuará sob anestesia local, regional ou geral. Mas, na maioria dos casos, poderá ser realizada apenas com uma anestesia local e sedação ou loco-regional;

Internamento: só é necessário se a cirurgia for realizada sob anestesia geral e, nesse caso, há lugar a um ou dois dias de internamento;

Riscos: são os riscos inerentes a qualquer intervenção cirúrgica, como hematomas, hemorragias, seromas, etc., mas com uma consulta prévia de diagnóstico, podem ser evitadosNo entanto, é natural que ocorram edemas e equimoses, que desaparecem ao fim de duas a três semanas, podendo, então, a pessoa retomar a vida social e profissional;

Efeitos secundários: cicatrizes, consoante a técnica a aplicar. A existirem, são escondidas pelos cabelos e as que contornam o pavilhão auricular, tornam-se impercetíveis escassas semanas após a cirurgia, devendo o médico prestar muita atenção aos cabelos e à tensão da pele;

Duração: é importante referir que tem efeitos duradouros e estáveis, para muitos anos mas, para isso, é fundamental a contribuição do próprio paciente, que não deve ter grandes oscilações de peso, depressões psíquicas e grande exposição solar direta. Além disso, é importante ter os cuidados necessários à boa manutenção da nova realidade, através de uma alimentação saudável e de uma hidratação adequada da pele, sendo suficiente, por vezes, pequenos aperfeiçoamentos cirúrgicos para manter um aspeto excelente.

Bioplastia Facial

O envelhecimento facial é um processo contínuo e irreversível que, normalmente, se traduz no aparecimento de rugas, flacidez e manchas na pele, sendo possível através destes sinais identificar facilmente a idade da pessoa. A cirurgia plástica tem vindo a criar soluções muito eficazes para a resolução do envelhecimento, apostando, desde há uns anos, na resolução radical do envelhecimento, através do popular lifting cervico-facial.

Atualmente, as preocupações centram-se mais na prevenção do envelhecimento, através da utilização de técnicas revolucionárias e menos invasivas. Falamos, particularmente, na modelação bioplástica da face e no “laser” de fotorejuvenescimento que, quando combinados, rejuvenescem de forma global a face, sem necessidade de prolongar a recuperação, como acontece com outras cirurgias mais invasivas.

Na modelação da face com biomateriais, é retirado tecido adiposo de outra região anatómica, onde o mesmo abunde (como por exemplo, o abdómen), é-lhe dado tratamento especial, que consiste em centrifugar e adicionar fatores de crescimento e, posteriormente, é aplicado na face, em todas as zonas que necessitem de correção: contorno mandibular, maçãs do rosto, pregas peri-bucais e até mesmo nos lábios, de forma a aumentar o seu relevo.

Esta técnica tem inúmeras vantagens, entre as quais o fato de serem utilizados materiais da própria pessoa, o que reduz o risco de rejeição e permite a obtenção de resultados muito naturais e abranger a totalidade da face numa única intervenção. Quando o envelhecimento é muito acentuado, pode haver necessidade de repetir o procedimento e conciliá-lo com outras técnicas.

Recorrendo a este tipo de tratamento a título preventivo, permite retardar os sinais do envelhecimento pois, além da correção obtida, tem um efeito potenciador do rejuvenescimento dos tecidos.

Duração: cerca de 60 minutos;

Anestesia: local;

Internamento: não há;

Efeitos secundários: pode existir algum edema ou inchaço locais, que desaparecerão ao fim de alguns dias. Como o material aplicado pertence à própria pessoa, não haverá fenómenos de rejeição;

Riscos: quando os sinais do envelhecimento são muito acentuados, esta técnica pode não ser, por si só, suficiente para resolver a situação clínica, devendo a terapêutica a aplicar ser de outro tipo.

Mamolifting

Trata-se de uma recentíssima técnica cirúrgica, que permite proceder ao levantamento das mamas descaídas e rejuvenescê-las sem necessidade de fazer a conhecida cicatriz em T invertido. A cicatriz, a existir, situa-se na região peri-areolar, pela qual se introduz uma prótese mamária que, simultaneamente, eleva a mama (para a mama descaída) e lhe dá volume (para a mama pequena e flácida).

O mamolifting pode ser executado numa multiplicidade de casos clínicos e, para cada um deles, o cirurgião optará pela técnica que considerar mais adequada. Além da possibilidade de escolher a melhor técnica, o especialista pode também escolher o material (próteses mamárias e outros instrumentos cirúrgicos), de forma a obter o melhor resultado possível

Este procedimento veio substituir, em grande parte dos casos, a conhecida mastopexia, quando esta se destina a corrigir ptoses moderadas e a recuperação é mais fácil e os custos associados mais reduzidos, uma vez que, em grande parte dos casos, é possível executar esta técnica em regime ambulatório.

Duração: entre 60 a 90 minutos, ao contrário das tradicionais cirurgias, que podem demorar cerca de 3 horas;

Anestesia: loco-regional com ou sem sedação, mas também pode ser efetuada sob anestesia geral;

Internamento: não há. Quando a cirurgia é efetuada em regime ambulatório, a paciente deverá ficar cerca de duas horas no recobro por precaução;

Efeitos secundários: o pós-operatório pode ter alguns incómodos, como uma certa tensão mamária e pressão e alteração temporária da sensibilidade mamária.

Mamoplastia de aumento

Implantes
Mamoplastia é a intervenção de cariz estético ou reconstrutivo, que visa dar forma e volume a mamas pequenas, desproporcionais ao resto da morfologia da paciente ou ainda a mamas assimétricas. Todos estes fenómenos podem conduzir a problemas de auto-estima e o recurso a este tipo de intervenção permite renovar a auto-confiança da pessoa, quer a nível profissional quer pessoal.

Este tipo de cirurgia resolve fenómenos frequentes, como casos em que não se verifica o desenvolvimento normal da mama, mantendo aos 17 anos uma dimensão reduzida (hipoplasia mamária), ou situações em que se verifica a ausência de glândula mamária (agnesia mamária). Nesta intervenção, é colocada uma prótese mamária anatómica constituída por um gel de altíssima coerência e de superfície texturada, próxima da consistência e da textura mamária normal.

Quanto à técnica, existem várias à disposição do cirurgião, pelo que caberá ao especialista escolher a mais adequada em função de cada caso em particular: a prótese pode ser introduzida por via axilar, via sub-mamária, via peri-areolar, via trans-areolar, via abdominal, via umbilical e via cicatricial anterior. A sua colocação pode ainda ser feita atrás do músculo peitoral ou à frente do músculo, ou seja, atrás da glândula mamária ou mesmo atrás da fascia peitoral.

Atualmente, a técnica mais frequente é a introdução da prótese através de uma pequena incisão na região peri-areolar, uma vez que a cicatriz, situada na transição da aréola para a pele mamária, com o tempo, fica quase imperceptível.

Duração: cerca de 60 minutos;

Anestesia: a maioria dos casos é efectuada em regime ambulatório, sob anestesia
loco-regional com uma sedação, não havendo internamento. A paciente só necessitará de permanecer na clínica durante algumas horas, podendo, de seguida, ir para casa pelo seu próprio pé. O  importante, durante o período de recuperação, é evitar esforços (mais de 7 quilos) e atividade física intensa, uma vez que a prática de desportos violentos como ténis, equitação e outros equiparados poderá deslocar a prótese;

Internamento: só se for administrada anestesia geral e, nesse caso, há internamento de 24 horas;

Efeitos secundários: no pós-operatório imediato pode haver inchaço, isto é, edema localizado, que desaparecerá ao fim de duas a três semanas. Neste período, a paciente deverá ter particular atenção ao esforço físico que faz, sobretudo, evitando a prática de desportos violentos, bem como carregar pesos. Também é totalmente desaconselhada a exposição solar nas três semanas subsequentes à intervenção;

Riscos: é muito importante uma boa comunicação com o cirurgião, de forma a evitar mal entendidos relativamente ao tamanho e forma pretendidos. A escolha do cirurgião é tão importante como a certeza de que o material a implantar é de confiança e oferece todo o tipo de garantias, quanto à sua integridade e segurança.

Biomateriais

Nesta correção cirúrgica, aproveita-se o tecido adiposo que se colhe de zonas onde a gordura abunda (como as coxas ou o abdómen) e aplica-se nas regiões mamárias. A paciente tem indicação para esta técnica se pretender um aumento moderado ou um levantamento discreto da mama.

É uma cirurgia minimamente invasiva, que tem tido uma procura muito grande, sobretudo quando associada à lipoescultura. Contudo, é muito importante o cirurgião explicar com profundidade e rigor quais as expetativas possíveis de atingir com este procedimento cirúrgico.

Duração: cerca de 60 minutos;

Anestesia: local ou loco-regional. Tem a vantagem de não ser necessário interromper a atividade profissional e social;

Internamento: não há;

Efeitos secundários: edema ou inchaço no pós-operatório imediato. Não deve haver exposição solar nas duas semanas seguintes ao procedimento e não pode existir compressão local (soutien com suporte rígido aramado);

Riscos: o aumento conseguido com este tipo de tratamento, por vezes, só é atingido com o segundo e terceiro procedimentos de lipoplastia estruturante com fatores de crescimento.

Redução mamária

Esta intervenção cirúrgica tem como objetivo retirar o excesso de volume da região mamária, o excesso de peso e, na maioria dos casos, também a correção da queda mamária da aréola e do mamilo. Neste procedimento, além da correção do volume das mamas, procede-se também à redefinição da sua forma. A cicatriz pode ser peri-areolar, peri-areolar e vertical, em L ou em âncora, consoante a sua dimensão.

A visibilidade das cicatrizes pode, hoje em dia, ser muito reduzida, graças a novos procedimentos corretivos e preventivos introduzidos no processo de cicatrização. É o caso do laser não ablativo que, na Clínica Biscaia Fraga, se utiliza de forma sistemática no pós-operatório.

As vantagens desta intervenção são físicas, orgânicas, funcionais e estéticas.

Na maioria dos casos, verifica-se, associado ao gigantismo mamário, um quadro doloroso generalizado que, através da redução mamária, pode ser alterado e confere qualidade de vida, antes muito limitada, à paciente.

Duração: duas a três horas;

Anestesia: geral;

Internamento: dois dias;

Efeitos secundários: a existência de cicatriz, mas as vantagens desta cirurgia são claramente mais benéficas e ultrapassam esta pequena contrariedade.

Homem (Ginecomastia)

O aumento anormal ou patológico da região mamária no Homem é uma situação frequente. Este problema pode decorrer de duas situações: a acumulação excessiva de gordura, habitual em pacientes com mais tecido adiposo, ou por algum descontrolo hormonal ocorrido durante a adolescência.

Em qualquer das situações, a resolução passa pela cirurgia plástica, que remove os tecidos em excesso, modelando a mama masculina, dando-lhe uma aparência normal. É uma intervenção que pode ser efetuada na adolescência, período durante o qual, por norma, se regista o anormal crescimento da mama no homem, ou na fase adulta. Como é uma situação que, por vezes, pode acarretar delicadas situações psicológicas, deverá ser realizada após correto diagnóstico médico, o mais precocemente possível (o ideal por volta dos 17 anos).

O procedimento consiste na retirada (por aspiração ou cirurgicamente) do volume indesejado, através de uma incisão milimétrica na região peri-areolar. Após este procedimento, o paciente deverá utilizar uma contenção elástica na região torácica correspondente e evitar a prática de exercício físico violento, bem como a exposição solar.

A adaptação dos tecidos de revestimento ao novo volume mamário leva algum tempo, pelo que os resultados deverão apenas ser avaliados no final de dois meses.

Duração: cerca de 60 minutos;

Anestesia: local ou local com sedação. Poderá ser geral, nos casos mais complexos;

Internamento: não há;

Efeitos secundários: algum condicionamento físico nos oito dias posteriores, bem como inchaço local.

Aumento peniano

Nesta área, a Clínica Biscaia Fraga desenvolveu técnicas revolucionárias, sobretudo no aumento peniano, que se têm vindo a traduzir em resultados consistentes e objetivos, no que concerne à técnica aplicada e à mensuração dos objetivos pretendidos.

Os anos de experiência do dr. Z. Biscaia Fraga consubstanciaram-se numa procura elevada deste serviço, que se pretendia revolucionário, dando resposta e solução a inúmeros casos, muitos deles de gravidade inquestionável.

A técnica mais frequente consiste na conjugação de métodos, sendo o mais relevante a aplicação de tecido adiposo com fatores plaquetários no tecido cavernoso do pénis. Consegue-se, com este procedimento, um aumento tridimensional (volume e extensão) do pénis, sem deixar cicatrizes ou outras marcas visíveis. Esta intervenção, regra geral, pode ser repetida e aperfeiçoada ao longo de três meses, situação que não condiciona a vida pessoal ou profissional do paciente.

O aumento pode também ser conseguido com a aplicação do produto Macrolane, embora os resultados não sejam permanentes e só alguns pacientes tenham indicação para a aplicação desta substância, uma vez que os resultados são mais moderados.

Duração: cerca de 40 minutos;

Anestesia: local;

Internamento: não há;

Efeitos secundários: após a intervenção, o paciente deverá moderar a atividade física, designadamente a prática de desporto, e suspender a atividade sexual por um período aproximado de dez dias;

Riscos: inerentes a qualquer intervenção cirúrgica. O aumento conseguido com este tipo de tratamento, por vezes, só é conseguido com o segundo e terceiro procedimentos de lipoplastia estruturante com fatores de crescimento, variando de caso para caso.

Correção dos genitais femininos

A cirurgia de reconstrução vaginal, por ausência congénita desta, é conhecida desde há 200 anos. Os genitais femininos têm, ao longo de gerações, civilizações e, por razões culturais e tradicionais, sido alvo de múltiplas mutilações – quer nos grandes e  pequenos lábios, quer no clítoris – em especial no Continente Africano.

A mulher do século XXI, além de ter acesso à reconstrução cirúrgica dos genitais (em especial da vagina, por malformação congénita ou destruição traumática), tem preocupações estéticas e funcionais. A mulher dos dias de hoje sabe e quer desfrutar dos prazeres da vida. A seu favor, tem o fato de o conhecimento lhe ser acessível e de que as grandes distâncias já não constituem barreiras.

Estas cirurgias, na grande maioria dos casos, são realizadas com anestesia local ou regional, sem internamento (regime ambulatório), o que as torna temporal e financeiramente muito mais acessíveis. Para o cirurgião, é muito gratificante poder contribuir para conferir a alguém uma nova alegria de viver.

São várias as correções possíveis nesta zona:

  • 1. Lipoescultura da região púbica (Monte de Vénus).
    A correção cirúrgica mais frequentemente realizada neste âmbito, em que se chega a retirar um litro (1.000 cc) de gordura, tornando esta zona mais conforme em volume e forma, em especial no uso do fato de banho.
  • 2. Redução cirúrgica das dimensões dos pequenos lábios (vulvoplastia)
    Por razões congénitas, constitucionais ou adquiridas, chegam a ter dimensões desproporcionadas, assemelhando-se a “asas de morcego abertas”, o que, além de inestético, dificulta o relacionamento íntimo. Esta situação pode causar uma forte inibição na vida sexual descrevendo, por vezes, as pacientes, ruídos estranhos e muita dificuldade durante o coito.
  • 3. Lipoescultura da face interna das coxas por diminuição de volume ou remoção de pele e gordura (dermolipectomia)
    Correção muito frequente, tem por objetivo a melhoria estética e, muitas vezes, razões funcionais, pois facilita a marcha, impede as inflamações e infeções locais.
  • 4. Estreitamento ou aperto da vagina (vaginoplastia)
    Correção solicitada com mais frequência nos últimos 15 anos, em especial pela mulher jovem, após o primeiro ou segundo parto. De acordo com relatos clínicos, torna-se evidente que as relações sexuais se alteraram profundamente pela laxidão dos seus tecidos.
  • 5. Reconstrução do Hímen 
    Cirurgia mais rara, tem a sua justificação em fatores sociais, culturais e religiosos, sendo vivida, nalguns casos, com intenso stress, quase estando em risco a própria vida da jovem, por questões como a “honra da família”.
  • 6. Correção cirúrgica de grandes lábios vulvares
    Exagerados em volume e dimensões (hipertrofia vulvar), de causa constitucional e, muitas vezes, hormonal.
  •  7. Correção cirúrgica do clítoris
    Em algumas situações, devido ao aumento exagerado das suas dimensões (hipertrofia) e, noutras, devido à sua aparente ocultação, por excesso do capucho envolvente.
  • 8. Remodelação do Ponto G
    Tornando-o mais saliente e evidente, com aplicação subjacente de tecido adiposo tratado (da própria paciente).
  • 9. Lábios vulvares pequenos e apagados (atrofia vulvar)
    Correção cirúrgica, que confere volume e forma aos grandes e pequenos lábios vulvares, com tecidos da própria paciente (lipoplastia estruturante), isto é, tecido adiposo devidamente tratado e criteriosamente aplicado.

Esta reconstrução do canal vaginal, ao ser elaborada criteriosamente, é feita a nível dos músculos relaxados da bacia (músculos do pavimento do períneo). Com esta intervenção, é realizada a modelação da mucosa vaginal, conferindo uma estrutura tridimensional, equilibrada e harmoniosa, com notória repercussão funcional sexual.

Esta intervenção cirúrgica serve vários objetivos, tais como: a correção da parede abdominal pela perda de volume pós-emagrecimento, a correção da diastase abdominal (afastamento dos músculos) provocada pela gravidez ou a correção das estrias nesta região, estando, neste caso, normalmente associada à lipoescultura. Em qualquer das situações, há quase sempre a necessidade de reconstruir a parede abdominal em profundidade, embora em casos menos graves, a intervenção seja mais superficial.

É uma técnica cirúrgica que remove de forma definitiva o excesso de pele no abdómen
e redefine a morfologia deste, chegando a corrigir a forma de avental que pode chegar a meio das coxas e, por vezes, até aos joelhos.

Duração: cerca de duas a três horas;

Anestesia: geral, mas pode ser efetuada com anestesia local e uma sedação para casos menos graves e superficiais ou ainda raquianestesia e epidural.

Internamento: 48 horas;

Efeitos secundários: há que ter em conta que neste tipo de intervenção e pela sua complexidade, a recuperação leva cerca de duas a três semanas, período durante
o qual o paciente se sentirá naturalmente condicionado nos seus movimentos. Deve evitar atividade física que envolva esforços, em especial abdominais. Ficará uma cicatriz na zona supra-púbica. Por vezes, torna-se importante sob a anestesia local, lipomodelar a cintura e o tecido adiposo peri-umbilical que ainda persistir;

Riscos: devem ser sempre previamente ponderados e prevenidos, embora sejam de maior incidência em situações de obesidade, de doenças cardíacas, diabetes não compensados, etc., que podem interferir com a cicatrização, circulação sanguínea e respiração.

É uma intervenção que tem por objetivo a modelação corporal, através da remoção das células adiposas que se instalam de forma permanente em diversas regiões anatómicas. A solução passa pela aplicação de diversas técnicas, de acordo com as especificidades de cada caso clínico.

 

É imprescindível a avaliação através de uma consulta médica, na qual se deverá fazer a análise das condições físicas, orgânicas e psicológicas do paciente. A maioria das lipoesculturas são efetuadas em regime ambulatório, a pessoa sai pelo próprio pé e pode fazer a sua vida normal, à exceção de esforços físicos e ginástica.

São várias as técnicas de lipoescultura:

Lipoescultura clássica

Nesta técnica, a pessoa apresenta-se na clínica com as refeições tomadas, recebe um analgésico e um relaxante muscular e, de seguida, é efetuada a anestesia local. Não são utilizadas agulhas, mas sim pequenas cânulas, uma vez que a anestesia é feita com recurso a um aparelho que funciona sob pressão de ar. Após a aplicação deste anestésico local, é feita uma incisão milimétrica, pela qual a cânula de infiltração de soro fisiológico é introduzida.

Esta técnica evita hemorragias, já que o soro frio com o anestésico funciona como vasoconstritor, o que permite a retirada da gordura sem sangramento. Após este procedimento, é colocado um penso, que é removido 48 horas depois e, posteriormente, substituído por uma cinta de contenção, que deverá ser utilizada durante cerca de quatro semanas.

Lipoescultura tumescente

Nesta técnica, a gordura a aspirar está diretamente debaixo da pele, ou seja, trata-se de gordura mais superficial e que, na maioria dos casos, é a responsável pela celulite.

O princípio básico deste procedimento é a execução de um orifício minúsculo, pelo qual é introduzida uma cânula de 3mm de espessura. Esta técnica permite uma grande hidratação das células de gordura, facilitando a modelação corporal enquanto, em simultâneo, favorece e estimula a retração da pele. Este é o procedimento que mais impulsionou a modelação corporal por remoção de gordura localizada, uma vez que garante a previsibilidade dos resultados.

Lipoescultura ultrasónica

Nesta técnica, recorre-se à utilização de um equipamento que, antes de aspirar a gordura em excesso, procede à liquefação do tecido adiposo, através do rompimento das membranas celulares dos adipócitos que os envolvem. Ao mesmo tempo, permite a preservação das outras estruturas, o que se traduz na menor perda possível de sangue. Os ultrasons favorecem e estimulam a cicatrização pelo estímulo biológico recebido.[/toggle][toggle title=”Lipoescultura tridimensional”]Resulta da combinação de diferentes técnicas, permitindo aspirar, tanto a gordura que está situada nas camadas mais superficiais, como aquela que se situa a maior profundidade. A pluralidade de técnicas cirúrgicas e não cirúrgicas potencia a obtenção de resultados muito próximos do ótimo.

Zonas de Tratamento

Anca

Tem por objetivo a modelação corporal, através da redução do perímetro e volume, de forma a adquirir a harmonia das formas. Esta técnica permite o aproveitamento da gordura, retirada das zonas onde se encontra em excesso, para ser introduzida em zonas onde a mesma configure um resultado harmonioso.

 

Duração: varia em função da extensão e da forma como é realizada (com anestesia local ou com sedação). Normalmente, varia entre uma a três horas, ao fim das quais o paciente sai pelo seu próprio pé, uma vez que, por norma, não é necessário internamento;

Anestesia: na maioria dos casos, a intervenção é executada sob anestesia local, mas também se pode recorrer a uma sedação e anestesia loco-regional ou, em último caso, a uma anestesia geral;

Internamento: não há, exceto se for administrada uma anestesia geral e, nesse caso, há lugar a um ou dois dias de internamento;

Riscos: são os riscos inerentes a qualquer intervenção cirúrgica (hematomas, hemorragias, seromas, etc.) que, com uma consulta prévia de diagnóstico, devem ser evitados;

Efeitos secundários: alteração na sensibilidade cutânea, que poderá permanecer até quatro meses após a intervenção cirúrgica, mas que se recupera ao fim de pouco tempo, na maioria dos casos.

Abdómen

Lipoescultura

Tem por objetivo a modelação corporal, através da redução do perímetro e volume, de forma a adquirir a harmonia das formas. Esta técnica permite o aproveitamento da gordura, retirada das zonas onde se encontra em excesso, para ser introduzida em zonas onde a mesma configure um resultado harmonioso.

Duração: varia em função da extensão e da forma como é realizada (com anestesia local ou com sedação). Em termos médios, varia entre uma a três horas, ao fim das quais o paciente sai pelo seu próprio pé, uma vez que, regra geral, não é necessário internamento;

Anestesia: na maioria dos casos, é executada sob anestesia local, mas também se pode recorrer a uma sedação e anestesia loco-regional ou, em último caso, a uma anestesia geral;

Internamento: não há, exceto se for administrada uma anestesia geral e, nesse caso, há lugar a um ou dois dias de internamento;

Riscos: são os riscos inerentes a qualquer intervenção cirúrgica (hematomas, hemorragias, seromas, etc.) que, com uma consulta prévia de diagnóstico, devem ser evitados;

Efeitos secundários: alteração na sensibilidade cutânea, que poderá permanecer até quatro meses após a intervenção cirúrgica, mas que se recupera ao fim de pouco tempo, na maioria dos casos.

 

Dermolipectomia

Visa a remoção do excesso de pele nesta zona e, normalmente, este procedimento está associado à lipoescultura. Tratando-se de uma zona crítica em termos de flacidez, o problema só poderá ser resolvido com esta intervenção, que poderá deixar cicatrizes mais ou menos visíveis, dependendo do excesso de pele e volume a remover.

Duração: cerca de 90 minutos;

Anestesia: geral ou local com sedação;

Internamento: se for com anestesia local, não há internamento; se for com anestesia geral, poderá haver um internamento de 24  a 48 horas;

Efeitos secundários: alguns condicionamentos físicos, bem como algum desconforto local nas três semanas seguintes à cirurgia.

Dorso

Tem por objetivo a modelação corporal, através da redução do perímetro e volume, de forma a adquirir a harmonia das formas. Esta técnica permite o aproveitamento da gordura, retirada das zonas onde se encontra em excesso, para ser introduzida em zonas onde a mesma configure um resultado harmonioso.

Duração: varia em função da extensão e da forma como é realizada (com anestesia local ou com sedação). Normalmente, varia entre uma a três horas, ao fim das quais o paciente sai pelo seu próprio pé, uma vez que, regra geral, não é necessário internamento;

Anestesia: na maioria dos casos, a intervenção é executada sob anestesia local, mas também se pode recorrer a uma sedação e anestesia loco-regional ou, em último caso, a uma anestesia geral;

Internamento: não há, exceto se for administrada uma anestesia geral e, nesse caso, há lugar a um ou dois dias de internamento;

Riscos: são os riscos inerentes a qualquer intervenção cirúrgica (hematomas, hemorragias, seromas, etc.) que, com uma consulta prévia de diagnóstico, devem ser evitados;

Efeitos secundários: alteração na sensibilidade cutânea, que poderá permanecer até quatro meses após a intervenção cirúrgica, mas que se recupera ao fim de pouco tempo, na maioria dos casos.

Pré-Axilar

Tem por objetivo a modelação corporal, através da redução do perímetro e volume, de forma a adquirir a harmonia das formas. Esta técnica permite o aproveitamento da gordura, retirada das zonas onde se encontra em excesso, para ser introduzida em zonas onde a mesma configure um resultado harmonioso.

Duração: varia em função da extensão e da forma como é realizada (com anestesia local ou com sedação). Habitualmente, varia entre uma a três horas, ao fim das quais o paciente sai pelo seu próprio pé, uma vez que, por norma, não é necessário internamento;

Anestesia: na maioria dos casos, é executada sob anestesia local, mas também se pode recorrer a uma sedação e anestesia loco-regional ou, em último caso, a uma anestesia geral;

Internamento: não há, exceto se for administrada uma anestesia geral e, nesse caso, há lugar a um ou dois dias de internamento;

Riscos: são os riscos inerentes a qualquer intervenção cirúrgica (hematomas, hemorragias, seromas, etc.) que, com uma consulta prévia de diagnóstico, devem ser evitados;

Efeitos secundários: alteração na sensibilidade cutânea, que poderá permanecer até quatro meses após a intervenção cirúrgica, mas que se recupera ao fim de pouco tempo, na maioria dos casos.

Braços

Tem por objetivo a modelação corporal, através da redução do perímetro e volume, de forma a adquirir a harmonia das formas. Esta técnica permite o aproveitamento da gordura, retirada das zonas onde se encontra em excesso, para ser introduzida em zonas onde a mesma configure um resultado harmonioso.

Duração: varia em função da extensão e da forma como é realizada (com anestesia local ou com sedação). Normalmente, varia entre uma a três horas, ao fim das quais o paciente sai pelo seu próprio pé, uma vez que, regra geral, não é necessário internamento;

Anestesia: maioritariamente, é executada sob anestesia local, mas também se pode recorrer a uma sedação e anestesia loco-regional ou, em último caso, a uma anestesia geral;

Internamento: não há, exceto se for administrada uma anestesia geral e, nesse caso, há lugar a um ou dois dias de internamento;

Riscos: são os riscos inerentes a qualquer intervenção cirúrgica (hematomas, hemorragias, seromas, etc.) que, com uma consulta prévia de diagnóstico, devem ser evitados;

Efeitos secundários: alteração na sensibilidade cutânea, que poderá permanecer até quatro meses após a intervenção cirúrgica, mas que se recupera ao fim de pouco tempo, na maioria dos casos.

Pernas

Lipoescultura

Intervenção que tem por objetivo a modelação corporal, através da remoção das células adiposas que se instalam de forma permanente em diversas regiões anatómicas. A solução passa pela aplicação de diversas técnicas, de acordo com as especificidades de cada caso clínico.

É imprescindível a avaliação, através de uma consulta médica, na qual se deverá fazer a análise das condições físicas, orgânicas e psicológicas do paciente. A maioria das lipoesculturas são efetuadas em regime ambulatório, a pessoa sai pelo próprio pé e pode fazer a sua vida normal, à exceção de esforços físicos e ginástica.

Descrição: tem por objetivo a modelação corporal, através da redução do perímetro e volume, de forma a adquirir a harmonia das formas. Esta técnica permite o aproveitamento da gordura, retirada das zonas onde se encontra em excesso, para ser introduzida em zonas onde a mesma configure um resultado harmonioso;

Duração: varia em função da extensão e da forma como é realizada (com anestesia local ou com sedação). Normalmente, varia entre uma a três horas, ao fim das quais o paciente sai pelo seu próprio pé, uma vez que, regra geral, não é necessário internamento;

Anestesia: na maioria dos casos, é executada sob anestesia local, mas também se pode recorrer a uma sedação e anestesia loco-regional ou, em último caso, a uma anestesia geral;
Internamento: não há, exceto se for administrada uma anestesia geral e, nesse caso, há lugar a um ou dois dias de internamento;

Efeitos secundários: alteração na sensibilidade cutânea, que poderá permanecer até quatro meses após a intervenção cirúrgica, mas que se recupera ao fim de pouco tempo, na maioria dos casos;

Riscos: são os riscos inerentes a qualquer intervenção cirúrgica (hematomas, hemorragias, seromas, etc.) que, com uma consulta prévia de diagnóstico, devem ser evitados.

 

Implantes

É uma intervenção de cariz estético, que visa dar relevo, forma ou volume na região do joelho ou dos gémeos. Neste procedimento, é introduzida uma prótese de gel coesivo com a forma e volume adequados, a fim de dar a aparência desejada. O principal inconveniente desta intervenção é a possibilidade de existir uma cicatriz.

Para evitar a cicatriz, existe um outro procedimento menos invasivo. Trata-se da aplicação de um produto muito conhecido – o Macrolane – que tem provado ser muito eficaz em diversas áreas corporais, quando correta e meticulosamente aplicado. É um produto seguro, que tem tido uma crescente procura, devido ao fato de poder ser aplicado sem implicar cirurgia e não deixar cicatrizes visíveis. Ou seja, trata-se de uma técnica que não tem os tradicionais incómodos das intervenções cirúrgicas.

No entanto, este produto tem também inconvenientes: o resultado não é permanente, ao contrário da intervenção acima descrita. Ao fim de aproximadamente 18 meses, será necessário recorrer novamente à introdução de novo produto.

Duração: cerca de 60 minutos;

Anestesia: a maioria dos casos é efetuada em regime ambulatório, sob anestesia loco-regional com uma sedação, não havendo internamento, pois a paciente só necessitará de permanecer na clínica algumas horas. Findo esse período, poderá ir para casa pelo seu próprio pé. Durante a recuperação, é importante evitar esforços e atividade física intensa, uma vez que a prática dos mesmos poderá deslocar a prótese;

Internamento: só se for administrada anestesia geral (apenas para casos pontuais);

Riscos: algum condicionamento físico, principalmente a nível da locomoção, bem como da atividade física em geral, tendo em conta a região onde a intervenção é efetuada. O edema e inchaço desaparecerão ao final de 3 semanas, aproximadamente;

Efeitos secundários: é muito importante uma boa comunicação com o cirurgião, de forma a evitar mal entendidos relativamente ao tamanho e forma pretendidos. A escolha do médico especialista é tão importante como a certeza de que o material a implantar é de confiança e oferece todo o tipo de garantias quanto à sua integridade e segurança.

 

Biomateriais

Intervenção que tem por objetivo a modelação corporal, através da remoção das células adiposas que se instalam de forma permanente em diversas regiões anatómicas. A solução passa pela aplicação de diversas técnicas, de acordo com as especificidades de cada caso clínico.

É imprescindível a avaliação através de uma consulta médica, na qual se deverá fazer a análise das condições físicas, orgânicas e psicológicas do paciente. A maioria das lipoesculturas são efetuadas em regime ambulatório, a pessoa sai pelo próprio pé e pode fazer a sua vida normal, à exceção de esforços físicos e ginástica.

Descrição: tem por objetivo a modelação corporal, através da redução do perímetro e volume, de forma a adquirir a harmonia das formas. Esta técnica permite o aproveitamento da gordura, retirada das zonas onde se encontra em excesso, para ser introduzida em zonas onde a mesma configure um resultado harmonioso;

Duração: varia em função da extensão e da forma como é realizada (com anestesia local ou com sedação). Habitualmente, varia entre uma a três horas, ao fim das quais o paciente sai pelo seu próprio pé, uma vez que, por norma, não é necessário internamento;

Anestesia: habitualmente, esta intervenção é executada sob anestesia local, mas também se pode recorrer a uma sedação e anestesia loco-regional ou, em último caso, a uma anestesia geral;

Internamento: não há, exceto se for administrada uma anestesia geral e, nesse caso, há lugar a um ou dois dias de internamento;

Efeitos secundários: alteração na sensibilidade cutânea, que poderá permanecer até quatro meses após a intervenção cirúrgica, mas que se recupera ao fim de pouco tempo, na maioria dos casos;

Riscos: são os riscos inerentes a qualquer intervenção cirúrgica (hematomas, hemorragias, seromas, etc.) que, com uma consulta prévia de diagnóstico, devem ser evitados.

Coxas

Tem por objetivo a modelação corporal, através da redução do perímetro e volume, de forma a adquirir a harmonia das formas. Esta técnica permite o aproveitamento da gordura, retirada das zonas onde se encontra em excesso, para ser introduzida em zonas onde a mesma configure um resultado harmonioso.

Duração: varia em função da extensão e da forma como é realizada (com anestesia local ou com sedação). Em termos médios, varia entre uma a três horas, ao fim das quais o paciente sai pelo seu próprio pé, uma vez que, por norma, não é necessário internamento;

Anestesia: na maioria dos casos, é executada sob anestesia local, mas também se pode recorrer a uma sedação e anestesia loco-regional ou, em último caso, a uma anestesia geral;

Internamento: não há, exceto se for administrada uma anestesia geral e, nesse caso, há lugar a um ou dois dias de internamento;

Riscos: são os riscos inerentes a qualquer intervenção cirúrgica (hematomas, hemorragias, seromas, etc.) que, com uma consulta prévia de diagnóstico, devem ser evitados;

Efeitos secundários: alteração na sensibilidade cutânea, que poderá permanecer até quatro meses após a intervenção cirúrgica, mas que se recupera ao fim de pouco tempo, na maioria dos casos.

Glútea

Lipoescultura

Tem por objetivo a modelação corporal, através da redução do perímetro e volume, de forma a adquirir a harmonia das formas. Esta técnica permite o aproveitamento da gordura, retirada das zonas onde se encontra em excesso, para ser introduzida em zonas onde a mesma configure um resultado harmonioso.

Duração: varia em função da extensão e da forma como é realizada (com anestesia local ou com sedação). Normalmente, varia entre uma a três horas, ao fim das quais o paciente sai pelo seu próprio pé, uma vez que, regra geral, não é necessário internamento;

 Anestesia: na maioria dos casos, é executada sob anestesia local, mas também se pode recorrer a uma sedação e anestesia loco-regional ou, em último caso, a uma anestesia geral;

Internamento: não há, exceto se for administrada uma anestesia geral e, nesse caso, há lugar a um ou dois dias de internamento;

Riscos: são os riscos inerentes a qualquer intervenção cirúrgica (hematomas, hemorragias, seromas, etc.) que, com uma consulta prévia de diagnóstico, devem ser evitados;

Efeitos secundários: alteração na sensibilidade cutânea, que poderá permanecer até quatro meses após a intervenção cirúrgica, mas que se recupera ao fim de pouco tempo, na maioria dos casos.

 

 Implantes

O aumento glúteo com implantes ou Macrolane é uma intervenção de cariz estético, que visa dar relevo forma ou volume na região glútea. Nesta intervenção, é introduzida uma prótese de gel coesivo com a forma e volume adequados, de forma a dar a aparência desejada. A prótese é colocada de forma a obter um resultado natural.

A aplicação do Macrolane tem garantido resultados muito eficazes em diversas áreas corporais, quando correta e meticulosamente aplicado. É um produto seguro que tem tido uma crescente procura, pois tem a grande vantagem de poder ser aplicado sem ser necessário efetuar cirurgia e não deixar cicatrizes visíveis. Ou seja, a paciente não tem de se sujeitar aos tradicionais incómodos das intervenções cirúrgicas.

O inconveniente deste produto é o fato de o resultado não ser permanente, ao contrário da intervenção acima descrita. Ao fim de aproximadamente 18 meses, será necessário repetir a aplicação.

Duração: cerca de 60 minutos;

Anestesia: a maioria dos casos é efetuada em regime ambulatório, sob anestesia loco-regional com uma sedação, não havendo internamento. A paciente só necessitará de permanecer na clínica algumas horas, ao fim das quais poderá ir para casa pelo seu próprio pé. Durante o período de recuperação, é importante evitar esforços e atividade física intensa para não deslocar a prótese;

Internamento: só se for administrada anestesia geral (apenas para casos pontuais);

Efeitos secundários: algum condicionamento físico, principalmente a nível da locomoção e a sentar, bem como da atividade física em geral. O edema e inchaço desaparecerão ao final de 3 semanas, aproximadamente;

Riscos: é muito importante uma boa comunicação com o cirurgião, de forma a evitar mal entendidos relativamente ao tamanho e forma pretendidos. A escolha do médico é tão importante como a certeza de que o material a implantar é de confiança e oferece todo o tipo de garantias, quanto à sua integridade e segurança.

 

Biomateriais

O aumento do volume dos glúteos ou a modelação da sua forma ou relevo pode ser efetuado mediante a aplicação de tecido adiposo da própria paciente de outra zona corporal, onde este seja mais abundante, como é o caso do abdómen ou das coxas.

Frequentemente, associam-se estes dois procedimentos, a lipoescultura e o posterior aproveitamento do tecido adiposo para modelar áreas que careçam de volume (muito frequentemente, as pernas, a mama, os glúteos, etc.).

O aumento conseguido com esta técnica varia de acordo com a morfologia pré-cirúrgica do paciente, bem como a qualidade e quantidade do tecido adiposo aplicado. Daí que esta técnica deva ser adequada em função de cada caso, sobretudo às circunstâncias morfológicas e às expetativas criadas.

 Duração: cerca de 60 minutos;

Anestesia: por norma, a anestesia é local. Nos casos em que há uma associação à lipoescultura, pode ser administrada uma sedação, na qual a paciente regressará a casa umas horas após a intervenção;

Internamento: não há;

Efeitos secundários: edema ou inchaço logo após a intervenção, situações que são contornadas se a pessoa seguir as recomendações e medicação a efetuar durante o pós-cirúrgico;

Riscos: como são utilizados materiais autólogos, pode ser necessário submeter-se a mais do que uma intervenção, de forma a atingir o resultado pretendido.

Joelhos

Tem por objetivo a modelação corporal, através da redução do perímetro e volume, de forma a adquirir a harmonia das formas. Esta técnica permite o aproveitamento da gordura, retirada das zonas onde se encontra em excesso, para ser introduzida em zonas onde a mesma configure um resultado harmonioso.

Duração: varia em função da extensão e da forma como é realizada (com anestesia local ou com sedação). Em termos médios, varia entre uma a três horas, ao fim das quais o paciente sai pelo seu próprio pé, uma vez que, por norma, não é necessário internamento;

Anestesia: maioritariamente, é executada sob anestesia local, mas também se pode recorrer a uma sedação e anestesia loco-regional ou, em último caso, a uma anestesia geral;

Internamento: não há, exceto se for administrada uma anestesia geral e, nesse caso, há lugar a um ou dois dias de internamento;

Riscos: são os riscos inerentes a qualquer intervenção cirúrgica (hematomas, hemorragias, seromas, etc.) que, com uma consulta prévia de diagnóstico, devem ser evitados;

Efeitos secundários: alteração na sensibilidade cutânea, que poderá permanecer até quatro meses após a intervenção cirúrgica, mas que se recupera ao fim de pouco tempo, na maioria dos casos.

Tornozelos

Tem por objetivo a modelação corporal, através da redução do perímetro e volume, de forma a adquirir a harmonia das formas. Esta técnica permite o aproveitamento da gordura, retirada das zonas onde se encontra em excesso, para ser introduzida em zonas onde a mesma configure um resultado harmonioso.

Duração: varia em função da extensão e da forma como é realizada (com anestesia local ou com sedação). Em termos médios, varia entre uma a três horas, ao fim das quais o paciente sai pelo seu próprio pé, uma vez que, por norma, não é necessário internamento;

Anestesia: maioritariamente, é executada sob anestesia local, mas também se pode recorrer a uma sedação e anestesia loco-regional ou, em último caso, a uma anestesia geral;

Internamento: não há, exceto se for administrada uma anestesia geral e, nesse caso, há lugar a um ou dois dias de internamento;

Riscos: são os riscos inerentes a qualquer intervenção cirúrgica (hematomas, hemorragias, seromas, etc.) que, com uma consulta prévia de diagnóstico, devem ser evitados;

Efeitos secundários: alteração na sensibilidade cutânea, que poderá permanecer até quatro meses após a intervenção cirúrgica, mas que se recupera ao fim de pouco tempo, na maioria dos casos.